quinta-feira, 24 de maio de 2012
O homem da lei, o menino claro e a moça suja.
Então você homem da lei e que me julga! Logo você que não e o centro de sua própria retidão, que prega ações que você mesmo não crê, pois não as segue, e você homem da lei que corre atrás de ar puro, pois secou o meu, que nem mesmo pode proteger a si mesmo e não faz nada de correto a não ser me julgar apesar de eu não estar errado. Quem e você homem da lei?. Menino tolo por que choras aqui, qual seu medo, tire de você essa preocupação não me contamine com sua fraqueza, não deveria nem estar aqui fugindo de que menino claro? Será da vida que criou, mas tem medo de perder? Será do tempo que jogou correndo atrás de superfulos que hoje não tem mais tanto sentido, não chore menino claro olhe o poder que tem na mão olhe a luz que te leva pra longe, mas que se apaga e te traz de volta, não quero atrapalha você mais menino claro, chore o tempo que quiser!. Corra moça! Corra para se lavar, pois seu cheiro e asqueroso e perturbador, não que irrite meu olfato, mas arde em meus olhos ver você, não me parece justo ser tão linda e se sujar por tão pouco, por um punhado quase vazio, cadê aquela menina limpa que brilhava na sobra? Que comigo se aquecia e me apontava o céu e dizia “esta vendo o rio? Vamos mergulhar?” sua frase sem sentido me faz mais sentido agora pena que você não esteja mais aqui pra ver o que eu descobri por causa de você, espero que se limpe moça e espero não ficar sujo como você.
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